O amor é aquela velha xícara de café

7:27 PM

O amor é mesmo aquela velha xícara de café, não é? Aquela que a gente esquece em cima da mesa e lembra depois de horas que estava cheia. O amor é isso também, de certo modo. É aquele sentimento que chega quentinho e se nós não cuidarmos, acaba esquecido em um canto e esfria. Ninguém gosta de café frio, muito menos de amor frio. Esse texto é sobre isso.

Não há como controlar a intensidade de um amor, ou os danos que ele irá nos causar depois de um tempo, mas há como tentar diminuir os estragos que a falta dele pode trazer. Na verdade, é bastante simples, mas nem todo mundo lembra disso durante os dias longos e os problemas que chegam. É apenas cuidar. O amor precisa de cuidado e paciência, não é de um dia para outro que ele irá crescer e ficar em você para sempre.

Gosto de pensar que como o café que esfria, ou acaba o amor tem essas mesmas situações. Esfria, acaba, é esquecido...É normal esquecer do café, mas não é normal esquecer de amar, esquecer de ser amado. É importante demais manter o sentimento vivo, aceso, quente. Tem gente que nem pensa sobre isso, mas digo que é melhor você começar a pensar porque ninguém vive sem amor. É uma necessidade de todos, até das pessoas mais fortes.

Quando um amor acaba, é uma nova chance. A princípio, tudo parece um caos e parece que você nunca vai conseguir se recuperar da decepção, mas depois de algum tempo, você percebe que é sim uma nova chance. É uma nova chance de amar alguém melhor e ser amado de um jeito que você merece ser. Nem todas as pessoas que entrarem em sua vida serão certas para você, você precisa aprender a filtra-las e reconhece-las quando elas chegarem até onde você está agora.

Não deixe esse seu amor aí no peito virar essa velha xícara de café que todo mundo esquece no meio dos cômodos da casa. Faça teu amor ser atração principal por onde passar. Faça teu amor ser teu, e de outra pessoa também porque esse é um sentimento grande demais para manter guardado.

Liberte-se.

  • Share:

You Might Also Like

0 comentários